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sábado, 25 de setembro de 2010

Coco

Câmara Cascudo, no clássico Dicionário do Folclore Brasileiro, define o coco como "dança popular nordestina, cantado em coro o refrão que responde aos versos do tirador de coco ou coqueiro (...). É canto-dança das praias e do Sertão".

Selma do Coco e Zé Neguinho do Coco, ambos de Pernambuco, tornaram-se ícones da cultura popular e forneceram inspiração para novas gerações como a turma do Mangue Beat.





Escute Aqui algumas musicas de Zé Neguinho Do Coco Link para myspace

Zé Neguinho Do Coco: O resultado de tanta criatividade e memória juntas estão no primeiro CD do artista, lançado depois de 48 anos de carreira. Pau de Quiri, lançado de forma independente, conta 14 músicas, todas de autoria própria do embolador e que retratam muitas situações vividas por ele no seu dia-a-dia. Do morro para o asfalto, das rodas entre amigos para os programas de TV, o coquista tornou-se referência para artistas populares contemporãneos: como Silvério Pessoa, Lula Queiroga, Lúcio Maia, etc.

Em Alagoas, o coco seguiu dançado anonimamente durante muitas décadas e as estrelas populares desse ritmo só vieram a ser identificadas como mais precisão no final do século XX (as mestras Hilda, Virgínia e Maria Vitória e os mestres Verdelino e Venâncio são exemplos dessa notoriedade bem-vinda, ainda que tardia), com exceção dos sucessos de Jacinto Silva.

Fontes:
www.overmundo.com.br
www.sococo.com.br

Raizes de Arcoverde



No interior de Pernmbuco, Arcoverde se destaca no Sertão: primeiramente pelas mãos de escravos, o coco-de-roda incorporou elementos indígenas em seu toque sincopado e a dança envolvente. O grupo Coco Raízes Arcoverde se expressa por letras, batida e melodias marcantes que hoje se revelam um sucesso internacional.

Iniciada por Lula Calixto, a cultura popular celebra o apego do povo às tradições e o esforço para preservá-las. Gomes e Calixtos, 2 familias que compoe o grupo, revelam o samba de coco umo coco que não é apenas uma batida de pandeiro ou uma dança, é uma aliança, um modo de vida.

LINK para video
Letra do video:
Galinha Zabelê
Coco Raízes de Arcoverde
Composição: Iran Calixto

Não é? não é? minha galinha zabelê
Não é? não é? minha galinha zabelê
Eu essa noite, eu não dormi
Só pensando em você
Se você não acredita
Eu vou contar pra você ver

Menino se queres vamos
Não te ponha a imaginar
Mas quem imagina cria medo
E quem tem medo não vai lá

Eu comprei uma galinha
Por quatro mil e quinhentos
Eu apertei no papo dela
E os pinto piaram dentro
Eu avisei pra minha velha
Nossa safra tá segura
Vinte cinco arrepiado
Dez nanico e cinco sura

Eu saí da minha casa
Com vontade de chegar
Mas o tempo foi tão curto
Deixei ela a esperar

Mas ela me disse assim
Meu bem não vá chorar
Que eu hoje não cheguei
Mas amanhã vou chegar


LINK para outras Letras

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"Coco de Bater" por Guga Santos (Pernambuco)

Considerado um jovem mestre dos ritmos e brincadeiras pernambucanas, o percussionista e brincante Guga Santos ministrou em Sao Carlos uma oficina de Coco durante o Macaco (no campus da USP) abordando a história, a dança e a percussão do samba de coco e se apresenta com o grupo formado durante a oficina no sabado 25 de setembro no mesmo local. Deste trabalho surge o grupo de Coco "Chinela Baixa" que estreia no dia 29 de setembro apartir das 23hs no Palquinho UFSCar.

Guga Santos começou sua formação de artista e brincante na “Fundação Casa da Criança” (1993-1996), em Olinda (PE), com ritmos e danças populares do seu estado. Foi integrante do “Maracatu Piaba de Ouro”, do mestre Salustiano (1996-2000), onde “brincava” maracatu rural, cavalo marinho, samba de coco. Artista e brincante reconhecido no Brasil e no Exterior, desenvolve um profundo trabalho de pesquisa de ritmos brasileiros e mundiais e atua como arte-educador e músico do grupo de forró Quarteto Olinda e do projeto solo Catemba Dub, além de tocar nas bandas da cantora Alessandra Leão e Tronco da Jurema (do mestre de coco Galo Preto).

Também ministrou muitas oficinas de ritmos pernambucanos no Brasil, na França e em outros países da Europa. Entre elas: 2009 – Oficina de ritmos pernambucanos – 6° Festival “Culturas Du Monde” (Lyon, França); 2008 – Oficinas de Coco – Escola de Música da cidade de Aime (Savaine, França), Espace pour l’Enseignement Musical des Dorons (Montiers, França); 2007 – instrutor de ritmos percussivos na ONG “Ruas e Praças” (Olinda/PE); 2004 e 2005 – instrutor de ritmos percussivos no projeto “Semeando Futuro” (Recife/PE); 2004 – instrutor de ritmos percussivos no evento “Viva a Pernambucanidade”(Recife/PE).


Este curta apresenta um pouco do Coco a partir de 2 oficinas distintas. Guga Santos conta um pouco de sua experiencia para os participantes do programa "Mais Educação" da EMEB Professora Janete Maria Martinelli Lia em parceria com o Ponto de Cultura "Teia das Culturas" em São Carlos, SP.


Video produzido por C. Pepino,Fabiana Cortes Carvalho e Vivian Parreira.

Fonte de informaçao: http://www.cgi.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2010/05/13/quinta-9-horas-lume-organiza-oficina-com-guga-santos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

África Aqui no Palquinho UFSCar, São Carlos

O convite se extende a todos e todas:

Dança Afro Yorubana e percussão + Família Pedra Negra (black)
Amanhã, 12 de agosto às 23:00

Local: Palquinho UFSCar

Os grupos são integrantes do Centro Cultural Orùnmilá (Zona Norte de Ribeirão Preto):

- Família Pedra Negra já abriu show dos Racionais MC's e seu som passa pelo Rap, Reggae, Dance Hall, Baião, Ragga, sempre com letras conscientes e engajadas na busca de uma afrobrasilianidade que supere desigualdedes sociais e raciais;

-Dança Afro Yorubana e Percussão é um grupo que traz os ritmos, cantos e danças de matriz Yorùbá, ou seja, herança deste grupo étno-linguístico da África Ocidental.


O Palquinho é um espaço de encontro, festas e apresentações. Um local aberto, dentro da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que tem destaque na cidade pela qualidade e gratuidade da oferta cultural que celebra.

Nesta 5a feira (12 de agosto), dia tradicional de Palquinho, recomeçam as atividades do segundo semestre e poderemos encontrar um pouco mais de África neste território cultural.

Tem África Aqui no Palquinho!

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