8 volumes da edição completa.
Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
Livro Digital disponível em nossa Biblioteca Virtual ou Click aqui: Download gratuito (somente na versão em português)
Vale a pena conferir se há publicações impressas da coleção na sala do NEAB no prédio do CECH, área sul da UFSCar!
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Livros Digitais
SÃO PAULO - O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP) começou a disponibilizar na internet livros e documentos raros sobre a África produzidos do século 16 ao 19.
O projeto Brasil África, que tem apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, já construiu a base de dados sobre os documentos para facilitar a pesquisa detalhada das referências e começa a digitalizar imagens.
O objetivo é permitir o acesso a livros e documentos raros sobre o continente africano.
“O IEB possui uma das mais importantes bibliotecas de livros raros de São Paulo. A ideia foi construir um banco de dados para reunir informações sobre esses documentos e obras que, em seguida, serão digitalizados e disponibilizados”, disse Márcia (que atualmente desenvolve o projeto de pesquisa “Medicina e escravidão nas dimensões do universo colonial: a América portuguesa e o Caribe francês no século 18”, que será concluído no fim do ano) à Agência FAPESP.
O site já conta com informações detalhadas sobre cada documento selecionado. “Há dados sobre autor, obra, data e local da publicação. A base de dados traz também um breve resumo de cada documento indicado”, explicou.
É possível encontrar documentos que envolvem as mais diversas áreas sobre o continente, como história, geografia, medicina, religião e temas relacionados ao tráfico de escravos.
“São livros raros de viagem, de medicina, sobre a fauna e flora, além da história e das religiões africanas. Sobre a escravidão, há assuntos relacionados ao comércio e tráfico negreiro, como condições da travessia desses escravos, entre outros temas”, disse Márcia.
O processo de digitalização dos documentos da base de dados foi iniciado em maio e a previsão é que até o fim deste ano todas as obras estejam disponíveis no site.
A pesquisadora estima a existência de cerca de 600 documentos e livros raros sobre a África nas várias coleções do IEB. “Até agora trabalhamos apenas com os documentos da biblioteca do IEB, que tem cerca de 300 documentos que já estão no banco de dados, mas ainda não disponíveis na versão digital, que será disponibilizada em julho. A próxima etapa será a documentação do arquivo, no qual se encontram os manuscritos”, destaca.
Nos manuscritos há diversas correspondências entre governantes da África e governadores das capitanias brasileiras. “É uma documentação rica, sobretudo porque muitos são documentos únicos”, disse Márcia.
Fonte:
Agência Fapesp
Domingo, 11 de julho de 2010 - 12h19
O projeto Brasil África, que tem apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, já construiu a base de dados sobre os documentos para facilitar a pesquisa detalhada das referências e começa a digitalizar imagens.
O objetivo é permitir o acesso a livros e documentos raros sobre o continente africano.
“O IEB possui uma das mais importantes bibliotecas de livros raros de São Paulo. A ideia foi construir um banco de dados para reunir informações sobre esses documentos e obras que, em seguida, serão digitalizados e disponibilizados”, disse Márcia (que atualmente desenvolve o projeto de pesquisa “Medicina e escravidão nas dimensões do universo colonial: a América portuguesa e o Caribe francês no século 18”, que será concluído no fim do ano) à Agência FAPESP.
O site já conta com informações detalhadas sobre cada documento selecionado. “Há dados sobre autor, obra, data e local da publicação. A base de dados traz também um breve resumo de cada documento indicado”, explicou.
É possível encontrar documentos que envolvem as mais diversas áreas sobre o continente, como história, geografia, medicina, religião e temas relacionados ao tráfico de escravos.
“São livros raros de viagem, de medicina, sobre a fauna e flora, além da história e das religiões africanas. Sobre a escravidão, há assuntos relacionados ao comércio e tráfico negreiro, como condições da travessia desses escravos, entre outros temas”, disse Márcia.
O processo de digitalização dos documentos da base de dados foi iniciado em maio e a previsão é que até o fim deste ano todas as obras estejam disponíveis no site.
A pesquisadora estima a existência de cerca de 600 documentos e livros raros sobre a África nas várias coleções do IEB. “Até agora trabalhamos apenas com os documentos da biblioteca do IEB, que tem cerca de 300 documentos que já estão no banco de dados, mas ainda não disponíveis na versão digital, que será disponibilizada em julho. A próxima etapa será a documentação do arquivo, no qual se encontram os manuscritos”, destaca.
Nos manuscritos há diversas correspondências entre governantes da África e governadores das capitanias brasileiras. “É uma documentação rica, sobretudo porque muitos são documentos únicos”, disse Márcia.
Fonte:
Agência Fapesp
Domingo, 11 de julho de 2010 - 12h19
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Sugerencia de Lectura:
1-Cosmopolitismo : la ética en un mundo de extraños
- Kwame Anthony Appiah ; traducido por Lilia Mosconi
Buenos Aires : Katz, 2007
2-Psicología comunitaria europea: comunidad, poder, ética y valores
By Alipio Sánchez Vidal, Alba Zambrano Constanzo, María Palacín Lois
enlace:
http://books.google.co.uk/books?id=VSsPw0G1MGQC&pg=PA329&lpg=PA329&dq=inmigrante+integrante&source=bl&ots=QVU0LeXmFa&sig=4QrSbVOa_RlkmumO8pq8O-Jhfng&hl=en&ei=10OhStyuKIehjAf9l-CcDg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=5#v=onepage&q=inmigrante%20integrante&f=false
- Kwame Anthony Appiah ; traducido por Lilia Mosconi
Buenos Aires : Katz, 2007
Desde el punto de vista geológico, los seres humanos salimos de África en un abrir y cerrar de ojos, y hay muy pocos lugares que no hemos podido habitar. El impulso que nos lleva a migrar no es menos "natural" que el que nos lleva a establecernos. Por otra parte, quienes aprendieron la lengua y las costumbres de otros lugares no lo hicieron por mera curiosidad. Unos pocos buscaban alimento espiritual, pero la mayoría buscaba alimentos propiamente dichos. La absoluta ignorancia de las costumbres ajenas es en gran parte un privilegio de los poderosos. Hay tantos políglotas viajeros entre los más pobres como entre los más adinerados: tanto en los barrios marginales como en la Sorbona. Así, el cosmopolitismo no debería ser visto como un logro sofisticado, ya que comienza por la sencilla idea de que en la comunidad humana, de la misma manera que en las comunidades nacionales, necesitamos desarrollar el hábito de la coexistencia: la conversación en su sentido más antiguo, la convivencia, la asociación.(p.22)
2-Psicología comunitaria europea: comunidad, poder, ética y valores
By Alipio Sánchez Vidal, Alba Zambrano Constanzo, María Palacín Lois
La Integración implica que la identidad cultural especifica del grupo se conserva y simultáneamente se produce un movimiento para convertirse en parte integrante de la sociedad de acogida. Se intenta mantener cierto equilibrio entre los valores y creencias de origen y el nuevo sistema en que se halla. – La integración permite mantener la identidad especifica del grupo al tiempo que se lucha por ser parte integrante de la sociedad de acogida. Se da cuando hay muchos grupos étnicos en el sistema social general. La preferencia de los inmigrados por la integración está condicionada a un nivel bajo de prejuicios en la población de base y en la inmigrante; también a actitudes positivas hacia los grupos étnicos y raciales diferentes, y, a una acogida favorable, no como amenaza, de la diversidad sociocultural en el seno de la sociedad de acogida.(p.329)
enlace:
http://books.google.co.uk/books?id=VSsPw0G1MGQC&pg=PA329&lpg=PA329&dq=inmigrante+integrante&source=bl&ots=QVU0LeXmFa&sig=4QrSbVOa_RlkmumO8pq8O-Jhfng&hl=en&ei=10OhStyuKIehjAf9l-CcDg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=5#v=onepage&q=inmigrante%20integrante&f=false
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